Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/23030
Registro completo de metadatos
Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorMelo, Thayná Guimarães de-
dc.date.accessioned2025-08-20T13:32:28Z-
dc.date.available2025-08-20T13:32:28Z-
dc.date.issued2024-07-03-
dc.identifier.citationMELO, Thayná Guimarães de. Liberdade, escravizadas, maternidade e manutenção do poder senhorial os meandros da lei do ventre livre em Itaguahy (1871-1880). 2024. 140 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttps://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23030-
dc.description.abstractEssa pesquisa tem como objetivo analisar as imbricações geradas pela lei Rio Branco 2.040 de 1871, ou Lei do Ventre Livre no município de Itaguahy no Rio de Janeiro na década de 1870. Através da pesquisa com os registros de batismos e óbitos, inventários post-mortem, testamentos bem como atas da câmara municipal da década de 1860 e 1870, buscamos examinar as experiências geradas pela Lei do Ventre Livre na região. Analisando os debates anteriores à lei, bem como percebendo as questões de gênero embutidas numa legislação em que o ventre da mulher escravizada é liberto, mas ela não ganha sua liberdade. Estamos atentos aos sentidos de maternidade que poderiam ser vivenciados nessa localidade, e compreendendo os usos dessa legislação pelos proprietários de escravizados e pelos próprios escravizados. Assim, podemos falar de relações de poder assimétricas entre esses grupos, além da própria agência escravizada formulando estratégias próprias para construir visões de liberdades individuais.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectLei do ventre livrept_BR
dc.subjectmaternidade escravizadapt_BR
dc.subjectagenciamentopt_BR
dc.subjectrelações de poderpt_BR
dc.subjectItaguahypt_BR
dc.subjectséculo XIXpt_BR
dc.subjectFree womb lawpt_BR
dc.subjectenslaved motherhoodpt_BR
dc.subjectagencypt_BR
dc.subjectpower relationspt_BR
dc.subject19th centurypt_BR
dc.titleLiberdade, escravizadas, maternidade e manutenção do poder senhorial os meandros da lei do ventre livre em Itaguahy (1871-1880)pt_BR
dc.title.alternativeFreedom, enslaved women, motherhood and the maintenance of lordly power: the intricacies of the free womb law in Itaguahy (1871-1880)en
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThis research aims to analyze the overlaps generated by the Rio Branco law 2.040 of 1871, or free womb law for the municipality of Itaguahy in Rio de Janeiro in the 1870s. Through research with records of baptisms and deaths, post- mortem, wills as well as municipal council minutes from the 1860s and 1870s, we sought to examine the experiences generated by the free womb law in the region. Analyzing the debates prior to the law, as well as realizing the gender issues embedded in legislation in which the enslaved woman's womb is freed, but she does not gain her freedom. We are attentive to the meanings of maternity that could be experienced in this location, and understanding the uses of this legislation by the owners of enslaved people and by the enslaved people themselves. Thus, we can speak of asymmetrical power relations between these groups, in addition to the enslaved agency itself formulating its own strategies to build visions of individual freedoms.en
dc.contributor.advisor1Gonçalves, Margareth de Almeida-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-8873-6519pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0773163431927243pt_BR
dc.contributor.referee1Gonçalves, Margareth de Almeida-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-8873-6519pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0773163431927243pt_BR
dc.contributor.referee2Ariza, Marilia Bueno de Araujo-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8046391903338443pt_BR
dc.contributor.referee3Popinigis, Fabiane-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-5218-0566pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9405954571177231pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4488705371970854pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Humanas e Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ensino de Históriapt_BR
dc.relation.referencesALENCASTRO, Luís Felipe de. Proletário e Escravos - Imigrantes portugueses e cativos africanos no Rio de Janeiro, (1850-1872). Novos Estudos CEBRAP No 21, julho de 1988. ALONSO, Ângela. Flores, votos e balas. O movimento abolicionista brasileiro (1868- 1888). São Paulo: Companhia das Letras, 2015. ALVES, Jessica Santana de Assis. Dona dos cafezais: a ação social e econômica de uma fazendeira de café em Bananal de Itaguaí 1850-1867. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em História, 2019. ALVES, Josyanne Passetti. Libertos e senhores de Si: escravidão, testamento e liberdade na Ilha de Santa Catarina (1840-1844). 2019. ANDRADE, Romulo. Legitimidade, Compadrio e Mortalidade de Escravos: Freguesias De Minas Gerais E Rio de Janeiro, Século XIX. Anais do XIII Seminário sobre a Economia Mineira, Cedeplar, Universidade Federal de Minas Gerais, 2008. Disponível em: < https://ideas.repec.org/h/cdp/diam08/022.html>. Acessado em: 06/10/2020 ARIZA, Marília B. A. Ventre, seios, coração: Maternidade e infância em disputa simbólicas em torno da Lei do Ventre Livre (1870-1880). In MACHADO, Maria Helena P.T, Luciana da Cruz Brito, Iamara da Silva Viana e Flávio dos Santos Gomes. Ventres livres? Gênero, maternidade e legislação. São Paulo: Editora Unesp, 2021 ARIZA, Marília B.A. O longo caminho: Usos da Lei do Ventre Livre por mães libertas (São Paulo, década de 1880). In: CARULA, Karoline, ARIZA, Marília B.A. Escravidão 131 e maternidade no mundo atlântico: corpo, saúde, trabalho, família e liberdade nos séculos XVIII e XIX Niterói; Eduff, 2022.p. 337 BEIGUELMAN, Paula. A formação do povo no complexo cafeeiro: aspectos políticos. São Paulo: Edusp, 2005. (1° ed. 1967). “O Encaminhamento político do problema da escravidão no Império.” In: História Geral da Civilização Brasileira (org.) Sérgio Buarque de Holanda: São Paulo, Difel, 1985 BRITO, Luciana da Cruz. Mulheres negras e escravidão: Reflexões sobre a agencia, violências sexuais e narrativas de passividade. In: MACHADO, Maria Helena P.T. et. al. Ventres livres? Gênero, maternidade e legislação São Paulo, editora UNESP, 2021. BRITO, Vinicius Kleyton de Andrade. Indústria e Trabalho no século XIX: a Imperial Companhia Seropédica Fluminense. Monografia do curso de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica, 2017. CALDWELL, Kia Lilly. Fronteiras da diferença: raça e mulher no Brasil. Revista Estudos Feministas, vol. 8, n° 2, 2° sem2002. CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina, a partir de uma perspectiva de gênero. In: Ashoka Empreendimentos Sociais; Takano Cidadania (org.) Racismos contemporâneos. Rio de Janeiro: Takano Editora, 2003. CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem. Teatro de Sombras. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2007. (Publicado originalmente em duas partes: A construção da Ordem, de 1980, e Teatro de Sombras, de 1988). ______. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003 CASTELLUCCI, Aldrian Armstrong Silva. Muitos votantes e poucos eleitores- A difícil conquista da cidadania operária no Brasil Império (Salvador, 1850-1881). VARIA HISTORIA, Belo Horizonte, vol. 30, no 52, 2014. CHALHOUB, Sidney. Machado de Assis: historiador. São Paulo: Companhia das Letras,2003. 132 ______. Visões da liberdade. Uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. ______. “Precariedade estrutural: o problema da liberdade no Brasil escravista (século XIX)”, In História Social: Revista dos Pós-graduandos em História da UNICAMP, 19, 2o. semestre de 2010 COSTA. Emília Viotti da. Da Senzala à Colônia. São Paulo: Editora Unesp, 2010. (1° ed. 1966), COSTA, Wilma Peres. O Império do Brasil: dimensões de um enigma. Almanack Braziliense n°01, maio de 2005. COWLLING, Camillia. Concebendo a liberdade: mulheres de cor, gênero e a abolição da escravidão nas cidades de Havana e Rio de Janeiro. Campinas, SP, Editora da Unicamp. 2018. COWLING, Camillia; et al. Special issue of Women’sHistoryReview—Mothering slaves: motherhood, childlessness and the care of children in Atlantic slave societies, Women's History Revi. University of Reading, 2018. Disponível em: <https://www.tandfonline.com/toc/rwhr20/27/6>. Acesso em: 05 jan 2023. DAVIS, David Brion. Inhuman Bondage: the Rise and Fall of Slavery in the New World. Oxford: Oxford University Press, 2006. DEAN, Warren. Rio Claro: Um Sistema Brasileiro de Grande Lavoura 1820-1920. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. EISEMBERG, Peter L. "Ficando Livre: as alforrias em Campinas no século XIX" in Homens esquecidos: escravos e trabalhadores livres no Brasil, séc. XVIII e XIX. Campinas: Ed UNICAMP, 1989 [1987]. ESPÍNDOLA, Ariana Moreira. Papéis da escravidão: a matrícula especial de escravos de 1872. Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, 2016. 133 ESPÍNDOLA, A. M. . Domingos e Domingas: escravidão e liberdade numa Freguesia ao sul do Brasil. In: V Seminário Nacional de História:Política, Cultura e Sociedade, Caderno de Resumos UERJ, PPGH. Rio de Janeiro, 2013. FARIAS, Juliana Barreto. “Não há cativo que não queira ser livre!” Significados da escravidão e da liberdade entre marinheiros do Senegal, século XIX. Várias Histórias, Belo Horizonte, vol. 36, n. 71, p. 395-43, 2020. FERRAZ, Lizandra Meyer. Entradas para a liberdade: formas e frequência da alforria em Campinas no século XIX. Dissertação de mestrado em História, UNICAMP – IFCH, 2010. FERREIRA, Ana Cláudia de Souza. Caminhos, mudanças, alianças e resistências indígenas: identidade e territorialidade dos índios na Aldeia de Itaguaí – século XIX. Dissertação de mestrado. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Curso de pós-graduação em história,2016. FIGUEIREDO, Joyce Cristina Machado. Os bens e herdeiros de Dona Anna Rosa Roberta de Vasconcellos (Itaguaí, 1830-1865). Dissertação de Mestrado. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Programa de pós-graduação em História, 2018. FLORENTINO, M. G., & GÓES,J. R. Parentesco e família entre os escravos no século XIX: Um estudo de caso. Revista Brasileira de Estudos de População, 12 (1/2), 151- 1668, 1995. Disponível em: https://rebep.org.br/revista/article/view/459. Acesso em: 22/10/2022. FRANK, ZEPHYR L. Entre ricos e pobres: O mundo de Antônio José Dutra no Rio de Janeiro Oitocentista. 1. ed. Belo Horizonte: Annablume, 2012. FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2019. FURTADO, Junia Ferreira. Chica da Silva e o contratador dos diamantes: O outro lado do mito. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. FUENTES, Marisa. Dispossessed Lives: Enslaved omen, Violencia, and the archive. Filadélfia: Universit of Pennylvania Press, 2016. GALEANO, Eduardo. O universo visto pelo buraco da fechadura. Revista Prosa, verso e arte, 2009. Disponível em: https://www.revistaprosaversoearte.com/o-universo-visto- pelo-buraco-da-fechadura-eduardo-galeano/. Acesso em: 27/05/2022 134 GRAHAM, Sandra L. Caetana diz não: história de mulheres da sociedade escravista brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. GUEDES, R. Escravidão e cor nos censos de Porto Feliz (São Paulo, Século XIX). Especiaria: Cadernos de Ciências Humanas, v. 10, n. 18, p. 489-518, 8 out. 2015. KARASCH, Mary Catherine. Slave life in Rio de Janeiro, 1808-1850. Tese de doutoramento em história. University of Wisconsin, 1972. ____________. A vida dos escravos no Rio de Janeiro (1808-1850). São Paulo: Cia. das Letras,2000. LARA, Silvia H. Escravidão, Cidadania e História do Trabalho no Brasil. Projeto História. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados de História. São Paulo, 16, fev. 1998, p. 25-38. LIBBY, Douglas Cole, FURTADO, Júnia Ferreira (Org.). Trabalho livre, trabalho escravo: Brasil e Europa, séculos XVII e XIX. São Paulo: Annablume, 2006. LIMA, Maurício Lopes. No encalço de uma origem: utilizando o método onomástico para viabilizar fontes de pesquisa. Anais do XVI encontro estadual de História ANPUH-RS, Rio Grande do Sul, 2022. Disponível em:https://www.eeh2022.anpuhrs.org.br/resources/anais/12/anpuhrseeh2022/16612551 96_ARQUIVO_d8154b6434db98789bce5ec3d7222cd7.pdf Acesso em: 10/04/2022 LUNA, Francisco Vidal & Costa, Iraci Del Nero. "A presença do elemento forro no conjunto de Proprietários de escravos" in Ciência e Cultura, 32 (7). São Paulo, julho de 1980. MACHADO, Cacilda. A trama das vontades: negros, pardos e brancos na produção da hierarquia social. (São José dos Pinhais - PR, passagem do XVIII para o XIX). Tese (Doutorado em História) - Programa de Pósgraduação em História Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006, p.166-173 MACHADO, Laryssa da Silva. AS ESPECIALIDADES DO TRABALHO ESCRAVO: UMA ANÁLISE DAS PROFISSÕES DOS CATIVOS DE ITAPEMIRIM NO 135 SÉCULO XIX. ANPUH-Brasil- 31° Simpósio Nacional de História. Rio de Janeiro, 2021. MACHADO, Maria Helena P.T, Luciana da Cruz Brito, Iamara da Silva Viana e Flávio dos Santos Gomes. Ventres livres? Gênero, maternidade e legislação. São Paulo: Editora Unesp, 2021. MAMIGONIAN, Beatriz Galloti. O Estado nacional e a instabilidade da propriedade escrava: a Lei de 1831 e a matrícula dos escravos de 1872. Almanack. Guarulhos, n.02, p.20-37, 2o semestre de 2011. MARCONDES, Renato Leite. Fontes Censitárias Brasileiras e posse de cativos na década de 1870. Revista de Indias, 2011, vol. LXXI, no. 251. MATTOS, Hebe Maria. Das cores do silencio significados da liberdade no sudeste escravista. Editora Nova fronteira, Rio de Janeiro 2001 MATTOS, Regiane Augusto. De cassange, mina, benguela a gentio da Guiné. Grupos étnicos e formação de identidades africanas na cidade de São Paulo (1800- 1850).Dissertação (mestrado em História) Universidade de São Paulo,2006. MATTOSO, Kátia M. de Queirós. Ser escravo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2003 [1982]. ____________. "A carta de alforria como fonte complementar para o estudo da Rentabilidade de mão-de-obra escrava urbana (1819-1850)" in PELÁEZ, Carlos Manoel & BUESCU, Mircea (org.). A moderna história econômica. Rio de Janeiro: APEC, 1976; _____________. O Filho da Escrava (Em torno da Lei do Ventre Livre). In: Revista Brasileira de História,v.8 n. 16 pp37-55, São Paulo, 1988. MENDONÇA, Joseli Maria Nunes. Entre a mão e os anéis. A lei dos sexagenários e os caminhos da abolição no Brasil. Campinas, Ed. da Unicamp, 1999. 136 MIRANDA, Bruno da Fonseca. O Vale do Paraíba contra a Lei do Ventre Livre 1865- 1871.Dissertação de mestrado do Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade de São Paulo-USP, São Paulo, 2018. MOREIRA, Gustavo Alves Cardoso. Uma Família no Império do Brasil: Os Cardoso de Itaguahy (um estudo sobre economia e poder). Dissertação de mestrado da Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2005. MORGAN, Jennifer. Labouring Women: Reproduction and Gender in New World Slavery, op. cit. MORRISEY, Marietta. Slave Women in the New World: Gender Stratification in the Caribbean. Lawrence: University Press of Kansas, 1989 NASCIMENTO, Álvaro Pereira. “Trabalhadores negros e o ‘paradigma da ausência’: contribuições à história social do Trabalho no Brasil”. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 29, n. 59, p. 607-626, setembro-dezembro 2016. NEEDELL, Jeffrey. The Party of Order: The Conservatives, the State, and Slavery in the Brazilian Monarchy, 1831-1871. Stanford, California: Stanford University Press, 2006. OLIVEIRA VIANA, F. J. O povo massa e a sua posição nas pequenas democracias do período colonial: gênese do apoliticismo da plebe. In: ______. Instituições políticas brasileiras. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, v. 1, 1974. p. 130-155 OLIVEIRA, Max Fabiano Rodrigues de. Do café à policultura: Fazendeiros, lavradores foreiros e as transformações na estrutura fundiária de São Francisco Xavier de Itaguaí. (1850-1900). 2015. 118 f. Dissertação (Mestrado em História) – Instituto de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2013. PANG, Laura Janargin. The State and Agricultural Clubs of Imperial Brazil, 1860- 1889. Tese de Doutorado: Vanderbilt University, 1981 PARRON, Tâmis Peixoto. A Política da Escravidão no Império do Brasil (1831-1865). Dissertação apresentada ao programa de pós-graduação em História Social do Departamento de História da Faculdade de Filosofia. Letras e Ciências Humanas da 137 Universidade de São Paulo, para obtenção do título de Mestre em História. São Paulo, 2009. PARRON, Tâmis. A Política da Escravidão no Império do Brasil, 1826-1865. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. PEDRO, Alessandra. Liberdade sob condição: alforrias e política de domínio senhorial em Campinas, 1855-1871. Dissertação de mestrado em história, UNICAMP – IFCH, 2009. PENNA, Eduardo Spiller. Pajens da Casa Imperial: jurisconsultos, escravidão e a lei de 1871. Campinas: Editora da Unicamp, 2005 (1° ed. 2001). PINHEIRO, Maria Cristina Luz. O Trabalho de Crianças Escravas na Cidade de Salvador 1850-1888. Afro- Ásia, 32 (2005), 159-183. p. 173.125 POPINIGIS, Fabiane. TERRA, Paulo Cruz. Classe, raça e a história social do trabalho no Brasil (2001-2016) Estudos Históricos Rio de Janeiro, vol 32, no 66, p. 307-328, janeiro-abril 2019. RÉ, Henrique Antônio. A revogação do Bil Arbedeen e a Lei do Ventre Livre: Um acordo antiescravista internacional (1864-1872). rev. hist. (São Paulo), n. 178, a 01218, 2019 Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.2019.142682> Acesso em: 13/12/2021 REIS, João José. A morte é uma festa: Ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. __________. A rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. SP: Cia. Das Letras, 2003. RIBEIRO, Aline Cristina de Sá Rocha. Alforria Condicional: entre a escravidão e a liberdade no século XIX brasileiro.2011. RIBEIRO, Djamila. Quem tem medo do feminismo negro? São Paulo: Companhia das Letras,2018. 138 ROTHMAN, Joshua D. Notorious in the Neighborhood. Sex and Families across the Color Line in Virginia, 1781-186. Chapel Hill: University of North Carolina Press, 2003. RUIZ, Ricardo Muniz de . ALGUNS ELEMENTOS SOBRE A ESTABILIDADE DA FAMÍLIA ESCRAVA EM ITAGUAHY, SÉC. XIX (1820-1872) ? NOTAS DE UM PROJETO DE PESQUISA.. 2011. SALLES, Ricardo. E o Vale era Escravo, Vassouras, Século XIX, Senhores e escravos no coração do Império. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. SCOTT, Joan W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 16, n. 2, jul./dez. 1990; SCOTT, Joan W. Unanswered Questions. American Historical Review, Vol. 113, No. 5 (Dec., 2008). SCHWARTZ, Stuart B. Sugar plantation in the formation of Brazilian society. Bahia, 1550-1835. Cambridge: Cambridge Universit Press. SCHWARCZ, L. M. O espetáculo das raças. Cientistas, instituições e questão racial no Brasil, 1870-1930. São Paulo: Companhia das letras, 1993. SCULLY, Pamela. PATON, Diana. Gender and slave emancipation in the Atlantic word. Duke University Press; Illustrated edição, 2005 SECRETO, Maria Verónica. Maternidades negras antes e depois do regulamento para a Educação e Exercício dos Libertos de 1813(Buenos Aires entre final do século XVIII e o Instituto do Liberto). In MACHADO, Maria Helena P.T, Luciana da Cruz Brito, Iamara da Silva Viana e Flávio dos Santos Gomes. Ventres livres? Gênero, maternidade e legislação. São Paulo: Editora Unesp, 2021. SILVA, Juliana Delphino Garcia. Entre Nobres, engenhos e o Atlântico: o tráfico ilegal de africanos para a freguesia de São Francisco Xavier de Itaguahy (1830-1870). Dissertação de Mestrado. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Programa de pós-graduação em História, RJ, 2022. SILVA, Henrique D.S. OLIVEIRA, Max F.R. Fazenda Jesuítica, Imperial, Nacional de Santa cruz: da acumulação fundiária à colonização agrícola dirigida (Fazenda 139 Nacional de Santa Cruz, Rio de Janeiro, 1850-1930). Revista do Arquivo Geral da cidade do Rio de Janeiro n.14, 2018. Disponível em:< http://wpro.rio.rj.gov.br/revistaagcrj/wp-content/uploads/2018/09/AGCRJ_revista14 169-191.pdf> acessado em: 09/10/2020> SLENES, Robert. Malungu ngoma vem! A África coberta e descoberta do Brasil. Revista da USP, n°2, dez-jan-fev, 1991-1992 _________. O que Rui Barbosa não queimou: novas fontes para o estudo da escravidão no século XIX. Revista Estudos Econômicos 13(1): 117-149. __________. Na senzala, uma flor: Esperanças e recordações na formação da família escrava. 2. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2011. SLAVE VOYAGES. Principais regiões costeiras de onde os cativos deixaram África [mapa digital]. Ano de publicação 2024. Disponível em: <https://www.slavevoyages.org/blog/all-intro- maps>. Acesso em: 19/11/2024 SOARES, Mariza de Carvalho. Devotos da cor. Identidade étnica, religiosidade e escravidão no Rio de Janeiro, século XVIII. RJ: Civilização Brasileira, 2000 SOARES, Moises Peixoto. Mulheres escravas: alforria, trabalho e mobilidade social, (Piedade do Iguaçu e Santo Antônio de Jacutinga Rio de Janeiro, 1780- 1870). 2015. 183 p. Dissertação (Mestrado em História, Relações de Poder, Trabalho e Práticas Culturais). Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Instituto Multidisciplinar, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, RJ, 2015. SOUSA, Caroline Passarini. Partus sequitur ventrem: reprodução e maternidade no estabelecimento da escravidão e abolição nas Américas até a primeira metade do século XIX. Dissertação Mestrado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP 2021. SOUSA, Caroline Passarini. As primeiras experiências de ventre livre no mundo Atlântico: Norte dos EUA e América Latina (1780-1842). In MACHADO, Maria Helena P.T, Luciana da Cruz Brito, Iamara da Silva Viana e Flávio dos Santos Gomes. Ventres livres? Gênero, maternidade e legislação. São Paulo: Editora Unesp, 2021. 140 SOUZA, Flavia Fernandes de. Criados, escravos e empregados: o serviço doméstico e seus trabalhadores na construção da modernidade brasileira (cidade do Rio de Janeiro, 1850 – 1920) Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de História, 2017. TELLES, L. F. S. Teresa Benguela e Felipa Crioula estavam grávidas: maternidade e escravidão no Rio de Janeiro (século XIX). Tese (Doutorado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. TOPLIN, Robert Brent. The Abolition of Slavery in Brazil. New York: Atheneum, 1972. VIANA, Iamara da silva. “Tríplice utilização” dos corpos negros femininos: gênero, raça, sevícias e escravidão – Rio de Janeiro, século XIX. Dossiê: Reclamando a liberdade, 2022. Disponível em: < https://doi.org/10.1590/tem-1980- 542x2023v290104> Acesso em: 22/08/2024 WEST, Emily. Chains of love: slave couples in antebellum South Carolina. Universit of Illinois press, 2004. WOOD, Russel. A. J. R.The Black man in slavery and freedom in colonial Brazil. New York: St Martin's Press, 1977.pt_BR
dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
Aparece en las colecciones:Mestrado em História

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción TamañoFormato 
2024 - Thayná Guimarães de Melo.Pdf1.64 MBAdobe PDFVista previa
Visualizar/Abrir


Los ítems de DSpace están protegidos por copyright, con todos los derechos reservados, a menos que se indique lo contrario.