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https://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/16249
metadata.dc.type: | Tese |
Title: | Caracterização do metabolismo aeróbio e anaeróbio de Biomphalaria glabrata (Say, 1818) experimentalmente infectada por Echinostoma paraensei (Lie e Basch, 1967) |
Other Titles: | Metabolism characterization Aerobic and Anaerobic Biomphalaria glabrata Say, 1818 (Pulmonata, Planorbidae) Experimentally Infected With Different Doses of Miracidiais Echinostoma paraensei (Lie and Basch, 1967) |
Authors: | Alves, Victor Menezes Tunholi |
metadata.dc.contributor.advisor1: | Rodrigues, Maria de Lurdes de Azevedo |
metadata.dc.contributor.advisor-co1: | Silva, Jairo Pinheiro da |
metadata.dc.contributor.referee1: | Torres, Eduardo José Lopes |
metadata.dc.contributor.referee2: | Mello-Silva, Clélia Christina Corrêa de |
metadata.dc.contributor.referee3: | Garcia, Juberlan Silva |
metadata.dc.contributor.referee4: | Angelo, Isabele da Costa |
Abstract: | Parasitos pertencentes ao gênero Echinostoma caracterizam por apresentar um ciclo biológico complexo, com dois hospedeiros intermediários e sítio final de infecção restrito ao lúmen intestinal de seus hospedeiros definitivos. Estes hospedeiros são representados principalmente por aves aquáticas e semi-aquáticas, mamíferos, incluindo o homem, e ocasionalmente algumas espécies de répteis e peixes. Possuem como primeiros hospedeiros intermediários moluscos límnicos, onde os miracídios penetram ativamente e desenvolvem até os estágios de esporocistos, rédias e cercárias. Por sua vez, crustáceos, anfíbios, peixes e moluscos límnicos atuam como segundos hospedeiros intermediários onde ocorre a formação de metacercárias, estágios infectantes ao hospedeiro definitivo. Neste estudo, Biomphalaria glabrata foi experimentalmente infectada com diferentes doses miracidiais (5 ou 50) de E. paraensei. Os moluscos foram dissecados após uma, duas, três e quatro semanas de infecção para a coleta da hemolinfa e tecidos (complexo gônada-glândula digestiva- GGD e massa cefalopediosa). Na hemolinfa foram quantificadas as concentrações de glicose e de ácidos carboxílicos (succínico, pirúvico, lático e oxálico), bem como a atividade da lactato desidrogenase (LDH). Nos tecidos de estocagem foram mensurados os conteúdos de glicogênio e consumo de oxigênio (O2). Alterações foram observadas na glicemia dos moluscos, em ambas as situações de parasitismo, com significativo aumento dos níveis de glicose verificado a partir da terceira semana de infecção quando comparado ao grupo controle. Mudanças foram também descritas em relação à atividade da lactato desidrogenase, sendo caracterizadas pelo aumento de sua atividade nos períodos mais tardios da infecção. Em paralelo, verificou-se um decréscimo nos conteúdos de glicogênio em tecidos de armazenamento, sendo tal redução maior na glândula digestiva (sítio de desenvolvimento larval), em comparação à massa cefalopediosa. A infecção por ambas as doses miracidiais ainda resultou em um aumento dos níveis de ácidos oxálico e lático, bem como em um declínio nos conteúdos de ácidos pirúvico e succínico em B. glabrata. Significativa supressão no estado fosforilativo (estado 3 respiratório) e no consumo basal de oxigênio (estado 1 e 2) em B. glabrata infectada por E. paraensei foi demonstrada, indicando que a infecção por este equinostomatídeo diminui a capacidade do hospedeiro intermediário em realizar reações oxidativas aeróbias. Variações relevantes relacionadas ao estado mitocondrial desacoplado (estado 3u) de B. glabrata infectada por tal trematódeo foram também descritas. Tais resultados demonstram redução na taxa de descarboxilação oxidativa das reações que integram o ciclo do ácido tricarboxílico e aceleração do processo de degradação anaeróbia de carboidratos nos moluscos infectados, através da fermentação lática, essencial para garantir a obtenção de energia e o sucesso da infecção. Assim, os resultados observados neste estudo demonstram que a infecção com cinco ou 50 miracídios de E. paraensei provocou consideráveis alterações metabólicas em B. glabrata, sendo que os moluscos expostos a maior carga miracidial apresentaram os maiores danos, caracterizando uma resposta dosedependente. |
Keywords: | Biomphalaria glabrata Echinostoma paraensei homeostasis Biomphalaria glabrata Echinostoma paraensei homeostase |
metadata.dc.subject.cnpq: | Medicina Veterinária |
metadata.dc.language: | por |
metadata.dc.publisher.country: | Brasil |
Publisher: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro |
metadata.dc.publisher.initials: | UFRRJ |
metadata.dc.publisher.department: | Instituto de Veterinária |
metadata.dc.publisher.program: | Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias |
Citation: | ALVES, Victor Menezes Tunholi. Caracterização do metabolismo aeróbio e anaeróbio de Biomphalaria glabrata (Say, 1818) experimentalmente infectada por Echinostoma paraensei (Lie e Basch, 1967). 2015. 88 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Instituto de Veterinária, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica - RJ, 2015. |
metadata.dc.rights: | Acesso Aberto |
URI: | http://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/16249 |
Issue Date: | 14-Oct-2015 |
Appears in Collections: | Doutorado em Ciências Veterinárias |
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