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dc.contributor.authorSilva, Brenda Cristina da Silva e-
dc.date.accessioned2025-09-04T13:29:21Z-
dc.date.available2025-09-04T13:29:21Z-
dc.date.issued2025-07-08-
dc.identifier.citationSILVA, Brenda Cristina da Silva e. Grifo Nosso: narrativas subalternizadas e formação universitária. 2025. 139 f. Dissertação (Mestrado em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares) - Instituto de Educação/Instituto Multidisciplinar, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica/Nova Iguaçu, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23122-
dc.description.abstractA presente pesquisa busca refletir sobre as contribuições possíveis que as narrativas literárias podem oferecer para a formação universitária, especialmente ao considerarmos os debates étnico-raciais e de gênero no ensino superior. Para tal, dialogamos com autores como Stuart Hall (2003), Gayatri Spivak (2010), Said (2011; 2007), acreditando que o debate sobre os estudos subalternos é fundamental para pensarmos a construção do sujeito “Outro” pelas instituições educacionais, mas não só. E, ao trazermos Grada Kilomba (2019), bell hooks (2017; 2020), Chimamanda Ngozi Adichie (2019), Catherine Walsh (2004), Antônio Bispo dos Santos (2023) e Paulo Freire (2013), podemos pensar caminhos possíveis para romper com os saberes coloniais na instituição universitária. Reforçamos, a partir de Elizeu Clementino de Souza (2004) e outras autoras e autores, a importância do método autobibliográfico para o processo, uma vez que, por meio dele, podemos grifar nossas histórias e nossos saberes nos espaços que historicamente nos silenciaram.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectNarrativas Literáriaspt_BR
dc.subjectAutobibliografiapt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectEducationpt_BR
dc.subjectLiterary narrativespt_BR
dc.subjectAutobiobibliographypt_BR
dc.subjectDecolonialitypt_BR
dc.subjectEducaciónpt_BR
dc.subjectNarrativas literáriaspt_BR
dc.subjectAutobibliografíapt_BR
dc.subjectDecolonialidadpt_BR
dc.titleGrifo Nosso: narrativas subalternizadas e formação universitáriapt_BR
dc.title.alternativeOur Emphasis: Subaltern Narratives and Higher Educationen
dc.title.alternativeÉnfasis Nuestro: narrativas subalternizadas y formación universitariaes
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThis research seeks to reflect on the potential contributions of literary narratives to university education, particularly when addressing ethnic-racial and gender-related discussions in higher education. To this end, we engage in dialogue with authors such as Hall (2003), Spivak (2010), and Said (2007; 2011), understanding that the debate around subaltern studies is essential to analyzing how educational institutions construct the figure of the “Other.” Beyond this, by incorporating the contributions of Kilomba (2019), hooks (2017; 2020), Chimamanda Ngozi Adichie (2019), Walsh (2004), Santos (2023), and Freire (2013), we aim to explore possible pathways for confronting and disrupting colonial knowledge structures within the university context. Based on the perspective of Souza (2004), among other scholars, we highlight the importance of the autobiobibliographic method throughout this process, as it enables the valorization of our own histories and knowledges in spaces that have historically silenced us.en
dc.description.abstractOtherLa presente investigación busca reflexionar sobre las posibles contribuciones que las narrativas literarias pueden ofrecer para la formación universitaria, especialmente al considerar los debates étnico-raciales y de género en la educación superior. Para ello, dialogamos con autores como Hall (2003), Spivak (2010), Said (2011; 2007), creyendo que el debate sobre los estudios subalternos es fundamental para pensar la construcción del sujeto “Otro” por las instituciones educativas, pero no solo eso. Y, al incorporar a Kilomba (2019), hooks (2017; 2020), Chimamanda Ngozi Adichie (2019), Walsh (2004), Santos (2023) y Freire (2013), podemos pensar en caminos posibles para romper con los saberes coloniales en la institución universitaria. Reforzamos, a partir de Souza (2004) y otros autores y autoras, la importancia del método autobibliográfico para el proceso, ya que, a través de él, podemos resaltar nuestras historias y nuestros saberes en los espacios que históricamente nos han silenciado.es
dc.contributor.advisor1Paiva, Fabrícia Vellasquez-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6349241585859531pt_BR
dc.contributor.referee1Paiva, Fabrícia Vellasquez-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6349241585859531pt_BR
dc.contributor.referee2Machado, Adilbênia Freire-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-3226-2139pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1983904257583624pt_BR
dc.contributor.referee3Villardi, Raquel Marques-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6557781445725929pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9386238666651735pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Educaçãopt_BR
dc.publisher.departmentInstituto Multidisciplinar de Nova Iguaçupt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Popularespt_BR
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dc.subject.cnpqEducaçãopt_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopt_BR
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