Please use this identifier to cite or link to this item: http://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/23119
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorPaula, Ana Maria Gomes Barbosa de-
dc.date.accessioned2025-09-04T12:34:21Z-
dc.date.available2025-09-04T12:34:21Z-
dc.date.issued2025-04-02-
dc.identifier.citationPAULA, Ana Maria Gomes Barbosa de. Clube Palmares, decolonizando o ensino da história local: repensando o desenvolvimentismo (Embranquecedor) em volta redonda. 2025. 121 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23119-
dc.description.abstractEste trabalho propõe apresentar uma contranarrativa à História oficial de Volta Redonda, a partir da constituição de espaços de resistência negra na cidade. Com base na perspectiva da Decolonialidade de Aníbal Quijano, analisamos como a colonialidade do poder determina quem tem o direito de narrar a História, silenciando experiências e contribuições plurais. Além disso, apoiamo-nos na concepção de desobediência epistêmica de Walter Mignolo, que questiona a imposição de uma única lógica de conhecimento como universal, deslegitimando outros modos de ser e estar no mundo. Nesse contexto, buscamos romper com essa lógica ao reconhecer as experiências e narrativas da população negra de Volta Redonda como formas legítimas de produção de conhecimento. Ao desafiar a colonialidade, nosso objetivo é valorizar vozes historicamente silenciadas e trazer suas memórias e vivências para o debate em sala de aula. Para isso, realizamos um levantamento bibliográfico sobre a História de Volta Redonda, tendo como marco temporal a fundação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Esse recorte permite compreender a importância do processo de migração na constituição da reconhecida cidade modelo do Nacional-Desenvolvimentismo. Além disso, utilizamos produções audiovisuais como recurso para aprofundar este debate e embasar nossa proposta pedagógica. Nosso estudo evidencia que o currículo da rede municipal não contempla essas contranarrativas, mantendo uma visão histórica que privilegia o discurso oficial em detrimento das experiências dos grupos subalternizados. Para problematizar a História local e atender às diretrizes da Lei 10.639/03, bem como às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, analisamos a inserção da população negra no processo histórico da constituição identitária de Volta Redonda. Dessa forma, nossa abordagem pedagógica busca promover uma leitura crítica da História Local e nacional, alinhando-se à construção de uma educação antirracista. Por fim, pretendemos ampliar as perspectivas sobre a História Local, promovendo reflexões conectadas às vivências e lutas da população negra local.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectHistória Localpt_BR
dc.subjectHistória Oficialpt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectDesobediência Epistêmicapt_BR
dc.subjectContranarrativapt_BR
dc.subjectLocal Historypt_BR
dc.subjectOfficial Historypt_BR
dc.subjectDecolonialitypt_BR
dc.subjectEpistemic Disobediencept_BR
dc.subjectCounter-Narrativept_BR
dc.titleClube Palmares, decolonizando o ensino da história local: repensando o desenvolvimentismo (Embranquecedor) em volta redondapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThis work intends to present a counter-narrative to the Official History of Volta Redonda, based on the constitution of black resistance’s places in the city. From Aníbal Quijano’s perspective of Decoloniality, we analyze how the coloniality of power determines who has the right of narrates the History, silencing plural experiences and contributions. Besides that, we lean on Walter Mignolo’s concept of epistemic disobedience, which questions the imposition of an only logic of knowledge as universal, illegitimating other ways of being and being in this world. In this context, we reach break with this logic when we recognize the black population’s experiences and narratives from Volta Redonda as legitimate forms of knowledge production. When we defy coloniality, our goal is to give value to the historically silenced voices and bring to the debate in the classroom their memories and experiences. Thereunto, we collect bibliography’s data of Volta Redonda’s History, having as temporal mark the foundation of Companhia Siderúgica Nacional (CSN). Analise this subject based on this fragmented view allows us to understand the meaning of the migration process in the constitution of the Nacional-Desenvolvimento’s model city, as recognized. Furthermore, we use audio-visual productions as tools to deepen this debate and base our pedagogical propose. Our research evinces that the municipality’s teaching curriculum does not contemplate these counter- narratives, keeping an historical view which gives privileges to the official speech in detriment of the subalternized groups’ experiences. For to problematize the Local History and attends to the Law’s 10,669/03 guidelines, as well as the Diretrizes Curriculares Nacionais to Ethnic- Racial’s Relationship Education and to the Afro-Brazilian’s and African Culture Teaching, we analyzed the black population’s insertion in the historical process of Volta Redonda’s identity constitution. Therefore, our pedagogical approaching aims to promote a critical reading of the Local and national History, acceding to the building of an anti-racist’s education. Lastly, we intend to broaden the perspectives about Local History, promoting associated reflections to the local’s black population experiences and fights.en
dc.contributor.advisor1Rodrigues, Fabiana de Moura Maia-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4987-2737pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1757475868025140pt_BR
dc.contributor.referee1Rodrigues, Fabiana de Moura Maia-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4987-2737pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1757475868025140pt_BR
dc.contributor.referee2Baptista, Anderson José Lisboa-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5930015958459593pt_BR
dc.contributor.referee3Rosa, Fábio José Paz da-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2231168975092887pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1693051020504666pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Humanas e Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ensino de Históriapt_BR
dc.relation.referencesADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Tradução de Julia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019. ALVES, Marta Regina; FERREIRA, Fabiana Marques; OLIVEIRA, Robson da Silva. Da resistência à ressurgência: a história do povo indígena Puri na resistência e manutenção de sua cultura. 2018. Disponível em: RE_1077_1210_02.pdf. Acesso em: 12/02/2025. ALVES, Vitor João Ramos. Memórias subterrâneas como patrimônio-territorial no Vale do Médio Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, Brasil. PatryTer, [S. l.], v. 7, n. 14, p. 01–23, 2024. DOI: 10.26512/patryter.v7i14.53422. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/patryter/article/view/53422 Acesso em: 14/02/2025. ANTONACCI, M. A. Written logic, oral logic: cultural inter-location. Resistances. Journal of the Philosophy of History, v. 3, n. 5, p. e21082, 4 jun. 2022. ARAÚJO, Magnólia Fernandes Florêncio de e PRAXEDES, Gutemberg de Castro. A aula passeio da pedagogia de Célestin Freinet como possibilidade de espaço não formal de educação. Ensino Em Re-Vista, v.20, n.1, p.243-250, jan. /jun. 2013. ASSIS, Jessica Lopes de. O associativismo negro no Vale do Paraíba – Clube Palmares de Volta Redonda (1940-1970) – Disponível em : Repositório Institucional - UFJF: O associativismo negro no Vale do Paraíba - o Clube Palmares de Volta Redonda (1940 - 1970). Acesso em 05/10/2024. BARBOSA, Lázaro de Souza, GOMES, Pedro Alberto Cruz de Souza. “O mundo se despedaça” na sala de aula: contra narrativas, olhares por dentro e o ensino de história (da África) e literatura. Periferia, vol. 10, núm. 1, pp. 140-158, 2018. BEDÊ, Waldyr Amaral. Volta Redonda na Era Vargas (1941-1964). Volta Redonda: SMC/PMVR,2004. BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução de Sergio Paulo Rouanet. Prefácio de Jeanne Marie Gagnebin. 3 ed. São Paulo: Brasiliense, 1985. BENTO, Cida. O pacto da branquitude. 1aed. – São Paulo: Companhia das Letras, 2022. BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. 2 eds. – São Paulo: Cortez: 2008. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_20dez_site.pdf. Acesso em: 28/01/2025. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Brasília, 2004. Disponível em: Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações 98 Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana — Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira | Inep Acesso em: 11/01/ 2025. CALBARI, Atonia. Familismo e Ética do Trabalho: o legado dos imigrantes italianos para a cultura brasileira. Dossiê: Travessia: Migrações. Rev. Bras. Hist. 17 (34). 1997. CARDOSO, Lourenço da Conceição. O branco ante a rebeldia do desejo: um estudo sobre o pesquisador branco que possui o negro como objeto científico tradicional. A branquitude acadêmica: volume 2/ 1ed. – Curitiba. Appris,2020 p.91. CARONE, Iray; BENTO, Maria Aparecida Silva (org.). Psicologia Social do Racismo: Estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil. 6.ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. CAVALCANTI, E. História e História local: desafios, limites e possibilidades. Revista História Hoje, [S. l.], v. 7, n. 13, p. 272–292, 2018. COSTA. Alkindar. VOLTA REDONDA: ontem e hoje. Visão histórica e estática, por Rio de Janeiro: Gráfica e Editora Lux, 1978. DOMINGUES, Petrônio. Clubes negros no Brasil: puzzle de um campo emergente. Revista Mundos do Trabalho, Florianópolis, v. 15, p. 1–22, 2023. DONNER, Sandra Cristina. História Local: discutindo conceitos e pensando na prática. O Histórico das produções no Brasil. Disponível em: 1342993293_ARQUIVO_HistoriaLocalBrasileMundotexto2012.pdf. Acesso em:12/08/24. 2012. FANON, Frantz. Peles negras, máscaras brancas. Tradução de Stephanie Borges. 1. ed., 4. Reimpr. São Paulo: Ubu Editora, 2020. FERNANDES, José Ricardo Oriá. Um lugar na escola para a História Local. Ensino em Revista ,4 (1): 43-51, jan./dez.1995. FILHO, Adonias. Volta Redonda, o processo brasileiro de mudança. “Grandes Temas Nacionais” Agência Jornalística Image LTDA. Gráfica Lux. Rio de Janeiro 1972. P.12. FONTES, Ângela Maria Mesquita Fontes e LAMARÃO, Sérgio Tadeu de Niemeyer. Volta Redonda: história de uma cidade ou de uma usina? Revista Rio de Janeiro, n. 18-19, jan./dez. 2006. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: reencontro com a Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 71.ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2019. GAMA, Maria Cecília Fontainha de Almeida. Savio Gama: fotos que contam a sua história – Volta Redonda: FOA, 2012. GOMES, Ângela de Castro. A invenção do trabalhismo. Rio de Janeiro: 3 Ed. Editora FGV. 2005. GOMEZ, Wiliam Fernando. Volta Redonda: a cidade privatizada, conflitos e contradições urbanas. Rio de Janeiro: UFRJ/FAU, 2010. GONÇALVES, Nadia. GURBAN, Ana Cláudia Ensino de História: contribuições a partir da história local – Urban (org.). 1ed – Curitiba: Appris,2023. 99 GONÇALVES, Márcia de Almeida. História Local: O reconhecimento da identidade pelo caminho da insignificância. In: MONTEIRO, Ana Maria, GASPARELLO, Arlette Medeiros, GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. In: RIOS, Flávia; LIMA, Márcia (org.). Lélia Gonzalez: por um feminismo afro-latino-americano. São Paulo: Zahar, 2020. HAAG, Carlos. Uma cidade feita de suor e aço. A Companhia Siderúrgica Nacional foi o teste inicial do desenvolvimentismo. Edição 180.fev.2011. KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios do racismo cotidiano. Tradução de Jess Oliveira. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. LIMA, Soeli Regina. Capital transnacional, company town e a produção do espaço urbano. Caminhos da Geografia - revista online. Disponível em: admin,+RCG-2007-486.pdf. Acesso em 31/08/2024. 2007. LOPES, Michel Couto. Da parte que nos cabe neste latifúndio: a dimensão fundiária da privatização da companhia siderúrgica nacional e a luta pelo direito à cidade em Volta Redonda- RJ. Anais do XIV ENANPEGE. Campina Grande: Realize Editora, 2021. MAGALHÃES, Marcelo de Souza (Org.). Ensino de história: sujeitos, saberes e práticas. Rio de Janeiro: MauadX: FAPERJ, 2007. p.175. MARTINS, Carlos Adriano e ALOISI, Mariana. As técnicas pedagógicas de Célestin Freinet: um estudo de caso com o “jornal escolar”. Disponível em: arq-MARTINS-C-as-tecnicas- pedagogicas-de-celestin-freinet.pdf. Disponível em: http://www.jornalescolar.org.br/securefiles/arq-MARTINS-C-as-tecnicas-pedagogicas-de- celestin-freinet.pdf Acesso em: 16/06/25. MBEMBE, Achille. Crítica da Razão Negra. Tradução de Marta Lança. 1. ed. Lisboa: Antígona, 2014. MENDONÇA, Ana Otero de Oliveira. Aproximação entre Paulo Freire e Aníbal Quijano: por uma Educação crítica e de (s) colonial. Revista Latino-Americana de Estudos Científicos V. 02, N.10 jul./ago. 2021; MIGNOLO, Walter D. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Revista Gragoatá, n. 22, p. 11-41, 1o sem. 2007. MOITINHO, Helena Rosa e PINA, Maria Cristina Dantas. História local como estratégia para ressignificar o ensino de História. Disponível em: 1603414206_ARQUIVO_5d320e3af9e3cfed1c141f0b977bb357.pdf. 2020. https://www.encontro2020.bahia.anpuh.org/resources/anais/19/anpuh-ba- eeh2020/1603414206_ARQUIVO_5d320e3af9e3cfed1c141f0b977bb357.pdf MOREIRA, Regina da Luz. CSN um sonho feito de aço e ousadia. Rio de Janeiro: Iarte, 2000. MOREL, Regina Lúcia de Moraes. A ferro e fogo, construção e crise da "família siderúrgica": o caso de Volta Redonda (1941-1968). 1989. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 1989. Disponível em: A ferro e fogo - construção e crise da família 100 siderúrgica: o caso de Volta Redonda, 1941-1968 - Centro de Memória do Sul Fluminense (uff.br). Acesso em: 24/08/2024. MORENO, Jean Carlos; LIMA, Adilson Carlos; BUENO, Mariane de Melo. Histórias locais, memórias e identificações: trabalhadores no ensino escolar de História. Revista História Hoje, v. 11, no 22, p. 273-292, 2022. MOUJÁN, Inés F., CARVALHO, Elson S. Silva, JÙNIOR, Dernival V.R. (org.). Pedagogias de (s) coloniais, Saberes e Fazeres. Goiânia. Disponível em: MULLER, Tânia M.P; CARDOSO, Lourenço (org.). Branquitude, Estudos sobre a identidade branca no Brasil. 1.ed. – Curitiba: Appris, 2017. p.21. NASCIMENTO, Abdias do. O Quilombismo: documentos de uma militância panafricanista. Petrópolis: Vozes, 1980. OLIVEIRA, Camila Ferreira Pureza de. A POLÍTICA EXTERNA DO GOVERNO VARGAS DURANTE O ESTADO NOVO E A CONSTRUÇÃO DA COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL. 1480-Texto do artigo-5369-1-10-. Disponível em: https://seer.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/1480 OLIVEIRA, Carlos Gomes de. Lazer no preto e branco: história de integração do negro pelo lazer e animação sociocultural voluntaria no clube Palmares em Volta Redonda– RJ. Maringá, 2011. Disponível em: http://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/2256 PINHEIRO, Bárbara Carine Soares. Querido estudante negro. São Paulo: Planeta do Brasil, 2023. PRESTES, Anita Leocadia. O historiador perante a história oficial. Disponível em: Vista do O historiador perante a história oficial (ufba.br). Acesso em: 16/09/2024. QUIJANO, Aníbal. Bien Vivir: Entre el 'Desarrollo' y la 'Des/Colonialidad' del Poder'. En: Cuestiones y horizontes: de la dependencia histórico-estructural a la colonialidad/descolonialidad del poder. Buenos Aires : CLACSO, 2014. ISBN 978-987-722- 018-6. Disponível em: https://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/se/20140507045047/eje3-10.pdf Acesso em: 15/02/2025. QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina. Disponível em: 12_Quijano.pdf (clacso.edu.ar). Acesso em: 22/09/2024 RAMOS, A. G. Introdução crítica à sociologia brasileira Rio de Janeiro: Editorial Andes, 1957. REZNIK, Luís. História local: pesquisa, ensino e narrativa. Disponível em: https://www.institutocidadeviva.org.br/historiasdomedioparaiba/cms/wp- content/uploads/2008/11/historia_local_reznik.pdf . Acesso em: 19/01/2025. RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento; justificando. (Coleção Feminismos Plurais). 2017. RIBEIRO, Djamila. Quem tem medo do feminismo negro? 1. ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2018. SCHIMIDT, Maria Auxiliadora. O ensino da História Local e os desafios da formação da consciência Histórica. MONTEIRO, Ana Maria F.C, GASPARELLO, Arlette Medeiros, MAGALHÃES, Marcelo de Souza (org.). Trabalhos apresentados no V Encontro Nacional 101 Perspectiva de Ensino de História, Ensino de História: Sujeitos, saberes e práticas, realizado no Rio de Janeiro, de 26 a 29 de julho de 2004. Editora Mauad- RJ.p.187. 2004. SCHUCMAN, Lia Vainer. Entre o “encardido”, o branco e o “branquíssimo”: raça, hierarquia e poder na construção da branquitude paulistana/ São Paulo, 2012. SCHWARCZ, Lilia Moritz. Nem preto nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade. Disponível em: schwarcz-lilia-mortiz-nem-preto-nem-branco-muito-pelo- contrc3a1rio.pdf (wordpress.com). Acesso em: 02/10/2024. SILVA, Eduardo Ângelo da. “Arigós” e “peões” na Cidade do Aço: experiências urbanas e fabris da classe trabalhadora em Volta Redonda - RJ (1974-1984) Disponível em: “Arigós” e “peões” na Cidade do Aço: experiências urbanas e fabris da classe trabalhadora em Volta Redonda - RJ (1974-1984) (ufrrj.br). SILVA, Leonardo Ângelo. (2016). A classe trabalhadora tem cor: democracia racial e desenvolvimentismo em Volta Redonda (1946-1987). Novos Rumos Sociológicos. 4. 36. 10.15210/norus. V. 4i5. 2016. SILVA, Leonardo Ângelo (2023). Chá de revelação da raça”: Clube Palmares e a agência negra em Volta Redonda. Disponível em : “Chá de revelação da raça”: Clube Palmares e a agência negra em Volta Redonda - Geledés. Acesso em: 20/02/2025 SILVA, Leonardo Ângelo da. Uma cidade em preto e branco: relações raciais, trabalho e desenvolvimentismo em volta Redonda (1946-1988) 1.ed. – Curitiba: Appris, 2022. SOARES, Paulo Célio. Encontros e confrontos na frágua: Igreja, esquerdas e militares em Volta Redonda (1967-1979). 2019. 231 f. Tese (Doutorado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais. Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2019. SOUZA, Jessé. A elite do atraso. Rio de Janeiro: Estação Brasil,2019. p.41. SOVIK, Liv. Aqui ninguém é branco. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2009. SUKOW, Nikita Mary. Um balanço teórico da história Local: Historiografia e Ensino de história. In: GONÇALVES, Nádia G., Uraniana Cláudia (org.). Ensino de História: contribuições a partir da História Local. 1ed. Curitiba: Appris, 2023. Uma cidade feita de suor e aço: Revista Pesquisa Fapesp (company town). fevereiro de 2011 PESQUISA FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/wp- content/uploads/2012/05/082-087-180.pdf Acesso em: 28/01/2025. VOLTA REONDA. Proposta Curricular de História do Ensino Fundamental da rede Municipal de Volta Redonda. Disponível em: file:///C:/Users/Ana%20Maria/Downloads/proposta%20curricular%20-história%20- %20ef%20%20-2022%20(1)%20(4).pdf .Acesso em: 11/01/2025.pt_BR
dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
Appears in Collections:Mestrado Profissional em Ensino de História

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
ANA MARIA GOMES BARBOSA DE PAULA.pdf2.05 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.