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dc.contributor.authorLucena, Roberto Castro de-
dc.date.accessioned2025-07-28T15:27:14Z-
dc.date.available2025-07-28T15:27:14Z-
dc.date.issued2023-09-05-
dc.identifier.citationLUCENA, Roberto Castro de. Quilombo urbano Sacopã: solidariedades, resistência e estratégias de uma família negra pela permanência em um bairro de classe alta (1975 – tempo presente). 2023. 163 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttps://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22729-
dc.description.abstractEsta pesquisa versa sobre a luta e resistência da comunidade quilombola, conhecida como Quilombo Sacopã, formada pela família afrodescendente Pinto, por sua permanência no bairro da Lagoa, Zona Sul do Rio de Janeiro, um dos metros quadrados mais valorizados da cidade. Mesmo sendo os primeiros moradores locais, a comunidade sofre com perseguições e ordens de despejo constantes. O estudo teve como objetivo mostrar a acirrada disputa pelo território onde reside a família quilombola Pinto, apontando os motivos do conflito e as partes envolvidas, assim como identificar estratégias na disputa pelo território. Ainda foram discutidos o conceito de quilombo, os processos de certificação para garantir a titularidade definitiva das terras aos quilombolas, com base na legislação em vigor, e o papel da mídia nesse processo. A pesquisa teve metodologia qualitativa, utilizando como procedimentos revisão bibliográfica, entrevistas semiestruturadas e investigação em fontes primárias, sendo as principais o manuscrito da Tia Neném, matriarca da família, publicações da mídia impressa e digital, textos da legislação e o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação do território quilombola. Os resultados mostram que a disputa não é somente territorial, mas envolve questões relacionadas a racismo e discriminação. Por ser uma comunidade negra em um bairro de classe alta, sua presença não é bem-vinda no local. Tê-los ali é uma diversidade indesejada por alguns vizinhos, notadamente os brancos e mais abastados, não obstante terem sido os quilombolas os primeiros moradores da região. Esse processo discriminatório foi corroborado pelo Estado e por parte da mídia. Cada agente envolvido na disputa cria as próprias estratégias para atingir seu objetivo, sendo que as táticas vão se alternando conforme as circunstâncias. Processos judiciais, denúncias na mídia, redes de solidariedades e realização de atividades culturais são estratégias da família Pinto para garantir o seu território e a preservação de sua cultura. O processo de titularidade definitiva das terras vem se arrastando ao longo dos anos, mas os avanços já conquistados, como a certificação quilombola, foram possíveis a partir de alterações favoráveis na legislação, mais especificamente com o art. 68 ADCT/CF-1988, por estabelecer que “aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras, é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos”. A expectativa dos quilombolas é de que, a partir da titulação definitiva, a comunidade tenha maior sossego, ao menos em relação às ameaças de remoção e às agressões sofridas, para que as novas gerações não tenham que passar por tanta violência. Porém, compreendem que a luta não termina com esse ato, pois o conflito se dá também devido ao racismo, que não se findará com o recebimento do título.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectQuilombo urbanopt_BR
dc.subjectResistênciapt_BR
dc.subjectRacismopt_BR
dc.subjectUrban quilombopt_BR
dc.subjectResistancept_BR
dc.subjectRacismpt_BR
dc.titleQuilombo urbano Sacopã: solidariedades, resistência e estratégias de uma família negra pela permanência em um bairro de classe alta (1975 – tempo presente)pt_BR
dc.title.alternativeUrban Quilombo Sacopã: solidarities, resistance and strategies of a black family for permanence in an upper-class neighborhood (1975 – present)en
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThis research deals with the struggle and resistance of the quilombola community, known as Quilombo Sacopã, formed by the Pinto afrodescendant family, for its permanence in the neighborhood of Lagoa, South Zone of Rio de Janeiro, one of the most valued square meters of the city. Even though they are the first local residents, the community suffers from constant persecution and eviction orders. The study aimed to show the fierce dispute over the territory where the Pinto quilombola family resides, pointing out the reasons for the conflict and the parties involved, as well as identifying strategies in the dispute for the territory. The concept of quilombo, the certification processes to guarantee the definitive ownership of the lands to the quilombolas, based on the legislation in force, and the role of the media in this process were also discussed. The research had a qualitative methodology, using as procedures a bibliographical review, semi-structured interviews and investigation in primary sources, the main ones being the manuscript of Tia Neném, matriarch of the family, publications of the printed and digital media, texts of the legislation and the Technical Report of Identification and Delimitation of the quilombola territories. The results show that the dispute is not only territorial, but involves issues related to racism and discrimination. Because it is a black community in an upper-class neighborhood, its presence is not welcome there. Having them there is a diversity unwanted by some neighbors, notably the whites and more affluent, despite the fact that the quilombolas were the first residents of the region. This discriminatory process was corroborated by the State and the media. Each agent involved in the dispute creates its own strategies to achieve its objective, and the tactics alternate according to the circumstances. Lawsuits, denunciations in the media, solidarity networks and cultural activities are strategies of the Pinto family to guarantee its territory and the preservation of its culture. The process of definitive land ownership has been dragging on over the years, but the advances already achieved, such as quilombola certification, were possible from favorable changes in legislation, more specifically with art. 68 ADCT/CF-1988, for establishing that “to the remnants of the quilombo communities that are occupying their lands, definitive ownership is recognized, and the State must issue them the respective titles.”. The expectation of the quilombolas is that, from the definitive title, the community will have greater peace, at least in relation to the threats of removal and the aggressions suffered, so that the new generations do not have to go through so much violence. However, they understand that the struggle does not end with this act, because the conflict is also due to racism, which will not end with the receipt of the title.en
dc.contributor.advisor1Costa, Carlos Eduardo Coutinho da-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7779-5655pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6172194514076168pt_BR
dc.contributor.referee1Costa, Carlos Eduardo Coutinho da-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7779-5655pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6172194514076168pt_BR
dc.contributor.referee2Moraes, Daniela Paiva Yabeta de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5470472472078915pt_BR
dc.contributor.referee3Ribeiro, Geisa Lourenço-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6513168717607002pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5113910057922195pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Humanas e Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
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Áudio enviado por José Cláudio em, 30 de nov, 2022. Áudio enviado por José Cláudio: de 6 min. e 22 segs. concedida em outubro de 2022. Entrevistas: Entrevista com Luiz Sacopã, em sua casa no Quilombo Sacopã em 24 de setembro, 2022. Entrevista com José Cláudio no quilombo Sacopã em 01/10/2022. Conversa com José Cláudio em sua casa no quilombo Sacopã. Em 15 de abril, 2023. Mensagem WhatsApp: WhatsApp enviados por José Claúdio em 12 de março de 2022. WhatsApp enviados por José Cláudio em 08 de dezembro de 2022. WhatsApp enviados por José Cláudio em 01 julho de 2023. WhatsApp, enviada por José Cláudio, em 02 julho de 2023. 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